Uma médica me receitou um remédio, que transformou a minha sexualidade no mesmo interesse de um poste por uma mulher bonita.
Conversei com ela. A médica disse que era para tratar a minha doença e a sexualidade prejudicada era um efeito colateral.
Perguntei se não havia outro remédio sem esse efeito colateral.
Assim como os seios são muito importantes para as mulheres, a ereção é fundamental para mim.
Não é aceitável criar uma limitação tão intensa, e chamá-la de efeito colateral.
Gostaria de perguntar se o paciente fosse (pai, marido, filho) dela, se ela receitaria este remédio.
Fica aqui a questão que não quer calar.
Falei que não iria mais tomar aquele remédio.
Acho muito saudável esta interação entre médico(a) X paciente.
Não consigo aceitar calado algo que acho injusto.
Ela prescreveu outro remédio e ficou tudo Ok.
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